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A escolha do cabeçote do Omega
foi óbvia, como o carro vai receber um sistema de injeção (o sistema de injeção
em si fica para uma serie de postagens só para ele) os dutos individuais são
essenciais para extrair o máximo do sistema, tanto em potência, quanto em
consumo, além do que a afinação do sistema fica sendo muito mais direta, pois
se tem certeza de quanto foi injetado em cada cilindro, e isso é sempre uma
duvida nos motores de dutos geminados. Além do fato de comprei o cabeçote junto
com todos os coletores, o que tornará a instalação da injeção eletrônica uma
montagem de lego (assim espero).
Outra alteração para o sistema
de injeção foi o distribuidor. Para que o sistema de injeção funcionasse era
preciso instalar um sensor de rotação, e para isso o sistema original do ômega não
ia funcionar (Até ia, mas com bem mais trabalho). A solução foi fazer eu mesmo
o novo sistema. A partir de um distribuidor velho, projetei um sistema com uma
roda dentada e um sensor de fase, montados juntos no corpo do distribuidor.
Dessa maneira, toda adaptação se resume ao distribuidor que é uma peça pequena
para levar ao torneiro além de ser possível testar em bancada, e não tenho que
colocar um sensor de rotação em um lugar do motor (roda fônica) e outro lá do
outro lado (sensor de fase), tudo isso fica junto dentro do distribuidor.
(Também descobri que a Honda já havia feito isso no sistema de injeção dos
motores da serie B (os quais eu sou fã)).
Por enquanto, é isso!